o espaço
sideral
nosso laço
visceral
nos permite
aqui estar
em tudo
e nos 20 metros
quadrados
que nos foi dado
lá fora
também é nossa
casa
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
à quoi ça sert un chat
poderia ser
pelo
madre
pérola
poderia ser
toque
sono
o belo
a brincadeira
o tédio
mas nascemos humanos
pelo
madre
pérola
poderia ser
toque
sono
o belo
a brincadeira
o tédio
mas nascemos humanos
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
conto para uma criança
quando morávamos no mato
meus cabelos você penteava
eu era teu filho
além da espécie
teu pai
que te carregava
até quando você me pediu as costas
e eu te trouxe para cá
onde agora recebo essa bala
me despeço e me desculpo
por ser aos teus olhos
irracional
cavalo
meus cabelos você penteava
eu era teu filho
além da espécie
teu pai
que te carregava
até quando você me pediu as costas
e eu te trouxe para cá
onde agora recebo essa bala
me despeço e me desculpo
por ser aos teus olhos
irracional
cavalo
segunda-feira, 24 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Sobre a foto do blog
Perguntaram-me sobre a foto do blog, pois bem, trata-se de uma reedição de uma fotografia da série intitulada "Memórias desenterradas do quintal".
domingo, 18 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O Ritornelo
Há seis anos, comecei a lançar mensalmente um fanzine de poesias intitulado FA-DA-DO, que tinha em conjunto um blog homônimo. O fanzine aconteceu com periodicidade durante um ano e o blog existe até hoje (www.fa-da-do.blogspot.com), apesar de algumas pausas e mudanças ocorridas pelo caminho. Mas a partir de certo momento, comecei a me questionar se o nome FA-DA-DO ainda era condizente com a minha poética. Não era. Depois de muito procurar, encontrei um termo, um animal exótico: O Ritornelo. A poesia, música e filosofia do retorno.
Essa estrofe que repetimos nos faz pensar que a música é nossa e que ela é eterna.
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